sábado, 18 de outubro de 2008

PORÕES DO CORAÇÃO


PORÕES DO CORAÇÃO
(Victtoria Rossini)

Meu amor morreu de fome
A míngua
Num porão escuro e fechado
Sem ar
Sem pão
Sem água
Sem uma palavra para o alimentar

Viveu de sonhos o que pode
De imaginação outro tanto
Mas a dor e o pranto
O sufocaram enfim

Ainda vejo seu cadáver
Esquálido
Se acabando diante de mim

Bastava um gesto
Uma palavra
Um carinho
E ele viveria eternamente assim
Secreto
Sozinho
Morando dentro de mim

3 comentários:

Julieth Parkin disse...

Amiga,
Nussss amei essa poesia!
Muito triste, mas linda.
Me deu até vontade chorar.
Bjaum!!!
Julieth

Julieth Parkin disse...

Amiga,
Nussss amei essa poesia!
Muito triste, mas linda.
Me deu até vontade chorar.
Bjaum!!!
Julieth

Julieth Parkin disse...

Vic,
Adorei essa poesia, apesar de ser triste...
Mas quase chorei...
Bjaum! :)
Julieth